Creator Economy como estratégia de marca

Falar com as marcas e para as marcas é uma estratégia que vem ampliando a a Creator Economy. Atualmente, ela deixa de ser apenas associada a quem produz conteúdo e passa a ser vista como um  ecossistema profissional e econômico de criação de valor para os negócios. Mas, afinal, o que é a creator economy? 

A Creator Economy surge com os produtores de conteúdo e, com o tempo, se expande para toda a cadeia que faz parte do segmento. De pessoas que produzem e compartilham seus conteúdos às plataformas que os hospedam, há uma gama de profissionais envolvidos. E são exatamente esses profissionais que precisam entender a nova dinâmica da Creator Economy. 


Segundo a professora Renata Alcade, coordenadora da pós-graduação em Creator Economy e professora de Comunicação e Publicidade da ESPM, é possível compreender 5 aspectos dessa nova dinâmica: 

O marketing mudou

Creators passaram a ocupar diferentes etapas do funil e a integrar mídia, conteúdo e performance.

O creator mudou 

De perfil e audiência para uma operação profissional que envolve gestão, plataformas, carreira e negócio.

A criatividade mudou

Agências, entretenimento, creators, especialistas, comunidades, algoritmos, dados e tecnologia passaram a compartilhar a produção de relevância cultural.

A marca mudou 

De emissora de campanhas para participante de experiências, comunidades, conversas culturais e novas jornadas de consumo.

Os modelos de mídia e negócio mudaram

O esporte será utilizado como um território especialmente relevante para observar como mídia, creators, talentos, comunidades, marcas e estruturas profissionais estão se reorganizando.


Estar preparado para essas mudanças foi o destaque da terceira edição do Creator Economy: Da influência à infraestrutura de negócios, evento realizado pela Arena Creator Economy do curso de CP. A proposta desta edição foi a de ampliar o olhar dos alunos: não discutir apenas quem cria conteúdo, mas compreender a economia que está sendo construída em torno da criação.

“O creator continua sendo uma figura central, mas já não é possível compreender esse mercado olhando apenas para audiência, engajamento ou produção de conteúdo. A influência passou a interferir em diferentes etapas da jornada do consumidor”, Relata Alcade.

Os creators passaram a construir empresas, produtos e propriedades intelectuais; plataformas desenvolveram estruturas próprias de monetização; agências ampliaram seus modelos de atuação; e marcas passaram a incorporar creators, conteúdo e comunidades às suas estratégias de branding e negócio.

A ESPM saí na frente ao preparar seus alunos para o futuro do Creator Economy. No curso de CP, o tema é abordado desde a graduação, em disciplinas das Minors de Creative Content, Brand Management e Negócios de Entretenimento. E você, está preparado para o futuro?


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